Festinha de criança
Imagem: Getty Images
Chega um período na vida em que as festas de formatura dos amigos são
substituídas por casamentos e festinhas de criança. Dessa vez, era festa
de 5 anos do filhinho de uma das minhas melhores amigas da faculdade, a
Flora. Ela casou no meio do curso e mesmo a gente tendo rotinas tão
diferentes, continuamos próximas porque é comigo que ela faz a noite das
Luluzinhas. Eu bem que tentei fugir dessa, mas a festa seria na casa
dela em Bombinhas. Tantas boas memórias e a vontade de acreditar que eu
conseguiria me divertir no meio da criançada me levaram até lá.
O dia estava lindo, com muito sol, uma brisa fresca e uns papais com
tudo em cima. Eu que já sou da casa, fiquei de ajudante de churrasqueiro
/ responsável pela caipirinha. Uma ótima maneira de fazer networking,
by the way. Eis que chegam os parentes do Elton, maridão da Flora. Toda
uma gama de tios, primos e mais crianças. No meio deles, um primo me
chamou a atenção. O rapaz era bonitinho, mas nossa Sté, ele não tem nem
20 anos. Estilo gurizão skatista, de pele clara e cabelos escuros, barba
rala.
Continuei na caipirinha, tentando disfarçar como aquele sopro de
juventude dele me excitava. Ele tinha a feição infantil com um jeito de
olhar malicioso. Nos encaramos algumas vezes e a expressão dele era
gulosa. Eu sorria de volta pensando em quão inofensivo era aquele
jovenzinho. Nossas trocas de olhares tornaram-se mais constantes, mas
nenhum dos dois fez uma aproximação. Comecei a ficar tão tensa com a
situação que fugi pro banheiro pra me refrescar. No caminho, fiquei me
perguntando se seria tão errado dar uns beijos no priminho do Elton.
Chego no lavabo e quando vou fechar a porta dou de cara com ele logo
atrás de mim.
Ficamos nos encarando por uns segundos. Ele se aproximou, não era muito
mais alto que eu mas tinha ombros largos. Apertou minha cintura de um
lado, eu abri passagem do outro e ele entrou comigo no banheiro. Nos
beijamos violentamente, ele me pegando pelo cabelo, me apertando,
apalpando meus seios, me puxando pra mais perto. Eu respirava com força,
sentindo aquele cheirinho de rosas do banheiro misturado ao aroma
cítrico do perfume dele, enquanto ele me erguia e me colocava sentada em
cima do balcão da pia. Coloco a mão por cima da calça dele e abro um
sorriso. Pelo tamanho do menino dele, já sei que vou ganhar a tarde. Ele
sorri de volta e respira ofegante no meu ouvido, enquanto abro cinto,
botão e zíper. Ele também não teve dificuldades em tirar minha calcinha,
até porque eu estava com um de meus vestidinhos usuais.
Ele se ajoelhou e alisou as minhas coxas grossas. Eu senti seus lábios
macios se aproximando da minha virilha e fiquei arrepiada com a pouca
barba que ele tem roçando na minha pele. Ele acerta em cheio onde
colocar a língua e eu aperto seus ombros largos querendo que ele me
engula. Que garoto esperto! Sussuro que quero sentir ele dentro de mim e
tento ajudar, mas ele já está com tudo pronto.
Toda essa desenvoltura só me deixava ainda mais louca de tesão. Como
pode aquele menino podia ser tão bem treinado? As mãos dele apertavam
com força as minhas coxas, enquanto ele entrava confiante em mim. Ele
era vigoroso e manteve o ritmo como um nadador olímpico dá braçadas. Eu
queria mordê-lo, arranhá-lo, machucar toda aquela perfeição juvenil.
Todo esse fogo reprimido somado às caipirinhas me fizeram gozar a
primeira vez em 3 minutos. E ele continuou, firme e forte.
A transa estava ótima, mas ele merecia aprender algo com a Stephany.
Tomei as rédeas da situação, mandei ele sentar na privada e o encarei.
Ele deu um dos seus sorrisos maliciosos e dessa vez, eu me ajoelhei. O
pênis dele era lindo! Rosado, levemente grosso, grande. Caí de boca com
gosto e mostrei a ele todo aquele potencial que a gente guarda para
ocasiões especiais. Lambi, chupei, dei mordidinhas, coloquei o pirulito
inteiro na boca. Me senti até culpada por estar tirando a inocência
dele. Afinal, depois desse oral, ele nunca mais seria o mesmo. O gozo
dele veio com força e eu não tive escolha a não ser beber daquela fonte
da juventude.
Me recompus enquanto ele recobrava a consciência. Descobri enquanto me
arrumava que o nome dele era Bruno e ele tinha exatamente 20 anos.
Saímos do banheiro com as caras mais desentendidas do mundo, eu voltando
pra minha tarefa na mesa de caipirinhas e ele pra junto dos pais.
Trocamos mais algumas palavras durante a festinha, mas nada demais.
Levei de lembrancinha da festa um Engov, um prato de docinhos e uma
transa com alguém que nasceu em 90.
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